Apresentação da Rede Clima, Água, Sustentabilidade e Segurança Alimentar Brasil-Atualizada em julho 2024.




 

Esgoto na Galeria Fluvial no Barreto em Niterói


 

projeto de economia circular solidária Rede Clima


 

Projeto Clube Sustentável

 


cidade esponja

Eventos atmosféricos extremos com períodos prolongados de fortes chuvas e inundações, como as ocorridas no Rio Grande do Sul, se tornarão cada vez mais comuns e intensos.

Mas o que as cidades podem fazer para evitar ou mitigar esse tipo de tragédia?

Para o criador do conceito de cidades-esponja, a resposta está em parar de "lutar contra a água" e investir em soluções duradouras e baseadas na natureza.

Temos uma escolha a fazer: investir em grandes barragens e diques que estão fadados a fracassar ou apostar em algo que é duradouro, sustentável e ainda bonito e produtivo, questionou o decano da faculdade de Arquitetura e Paisagismo da Universidade de Pequim em entrevista à BBC News Brasil.

 

Para Yu, as soluções tradicionais baseadas em barragens de cimento e tubulações impermeáveis já se mostraram incapazes de acompanhar os efeitos das mudanças climáticas, já que as chuvas são cada vez mais intensas e o nível da água de rios e mares não para de subir.

 

O conceito das cidades- esponja já é aplicado em todo o mundo, podendo ser reproduzido em qualquer lugar, inclusive no Brasil.

As cidades-esponja são uma solução para climas extremos, onde quer que eles estejam.

O Brasil pode se dar muito bem com elas, porque tem muitas áreas naturais, o que dá mais espaço para a água escoar, além de impedir inundações, o modelo também pode ser útil durante os períodos de seca, já que a água armazenada pode ser utilizada para irrigação e para manter as árvores e plantas da cidade em boas condições.

Além das fortes chuvas, períodos mais prolongados de seca também são efeitos das mudanças climáticas.